E DEDICO ESTE TAMBÉM À (com crase?) INSTITUIÇÃO FALIDA : O ENSINO PÚBLICO.
Quem convive comigo quase todos os dias já deve saber do que vou tratar aqui, então não leia, vá estudar, que é o que você precisa fazer, não fique a mercê da escola.
Só estou indignada com tudo o que vem acontecendo, e prepare-se, porque nessa postagem não me preocuparei com erros gramaticais, semanticos, estilisticos, ambiguidade e toda essa loucura, vou enfatizar as figuras de linguagem. SÓ QUERO DESABAFAR.
Era uma vez um garoto chamada FELIZBERTO que tinha acabado de chegar ao ensino médio. Cheio de sonhos, Felizberto sonhava ser juíz, ou procurador, ou desembargador, ainda não havia decidido, mas tudo daria certo, era só estudar.
Mas o nosso herói estava enganado, não seria tãão fácil! No decorrer do 1º bimestre, Feliz(esse é o apelido dele) percebeu que o professor de química não dava aulas de química, só falava sobre o lixo! E pior ainda! Seus colegas de classe amavam isso: matéria fácil(lixo) pontos fáceis, prova fácil, ignorância ... Feliz percebeu a lógica da coisa: o professor achava que dava aulas para um bando de JUMENTOS, e seus alunos(que tinham potencial, e preguiça) se reduziam a JUMENTOS.
Feliz tentou estudar por si só, mas sozinho ele não poderia, e o desespero vinha lhe fazer compania, já que no final do ano, ele teria uma prova que poderia ser o passaporte para o seu futuro.
Coitado do nosso amigo! Seus sonhos pareciam cada vez mais distantes! No final do ano, quando viu a prova e todas aquelas reações químicas para balancear, estequioseiláoquê e bla bla bla, sentiu falta daquelas aulas de química, que ele não teve.
Mas aí chegou o segundo ano, e talvez ele tivesse ajuda, ele iria estudar e se recuperar, e na prova desse ano, ele estaria mais próximo da universidade.
Pobre Feliz, pobre iludido, somente no primeiro bimestre, ele teve que fazer duas paródias, 1 encenação, 1 musical, coisas recicláveis para expor, haviam dias, em que Feliz não sabia se estava na sua escola, ou na broadway ¬¬º
Ninguém tinha tempo para estudar física, quimica sim, porquê naquele ano o professor se fazia necessário e a professora de matemática sofria com a apatia dos alunos, mas tentava, e isso já era o suficiente.
Mas o pior de tudo era Geografia: Só o que a professora sabia fazer era saída de campo, era mais fácil vê-la pelos corredores do que na prórpia sala de aula, os conteúdos não seguiam uma linha de raciocínio: uma aula era hidrografia, e na outra era política no brasil, isso quando ela não vinha com aqueles textos 4ª série:" o Brasil é um pais com n km², n milhões de habitantes,bla bla bla" ou história do Brasil. Quando essa professora sentia muita, mas muita preguiça, ela dava revistinhas do sindicato dos professores(nada parcial) para os alunos lerem e fazerem RESUMOS. MAIS UM PROFESSOR QUE ACHAVA QUE DAVA AULAS PARA ANIMAIS ¬¬º
Quando questionou o porquê de tanta arte e embromação ao invés de estudos, a professora disse à Feliz que não se pode mais ser conteudista nos dias de hoje, nosso amiguinho ficou confuso, já que as provas, vestibulares e todas essas loucuras, cobravam dos candidatos CONTEÚDO!
Ao dizer isso à professora, Feliz sofreu represálias de seus próprios colegas: "aaah ponto fácil, cara, se fosse o prof de física vc não tava reclamando".
E FINALMENTE FELIZ PERCEBEU ONDE REALMENTE ESTAVA: numa escola que tinha alunos de potencial, mas que não os valorizava, numa escola que não formava doutores, no máximo técnicos, numa escola que formava 100 alunos por ano, desses só 5 passavam no vestibular, e nesse escola, isso é motivo de comemoração, numa escola, que formava o típico brasileiro pobre: apático, conformado, sofredor. Alunos desestimulados, professores desestimulados.
E nosso herói tentou lutar por sí, mas não conseguiu muita coisa, só um diploma, porque é só isso que importa por aqui, não interessa se a pessoa é capaz, ela só precisa ser diplomada.
Com seu diploma na mão, Feliz teve que ir para o mercado de trabalho, que exige QUALIFICAÇÃO, e nosso herói foi empregado num trabalho explorador, TRABALHAVA MUITO, RECEBIA POUCO.
E o apelido deixou de ser FELIZ para ser BERTO, porque felicidade é uma coisa muito distante.
E os sonhos? Talvez filho de pobre não tenha direito de sonhar... e realizar.
obs: Desculpem-me se eu não sei usar os porquês infernais e a crase, desculpem me a incorência e a falta de coesão, é que eu estava lendo umas revistas do sinpro pra fazer resumo, fazendo peça e paródia, aí não deu para estudar GRAMÁTICA. =)
obs2: eu sei que existe o outro lado da moeda, e que me desculpem os professores e alunos que não precisavam ler isso.
Quem convive comigo quase todos os dias já deve saber do que vou tratar aqui, então não leia, vá estudar, que é o que você precisa fazer, não fique a mercê da escola.
Só estou indignada com tudo o que vem acontecendo, e prepare-se, porque nessa postagem não me preocuparei com erros gramaticais, semanticos, estilisticos, ambiguidade e toda essa loucura, vou enfatizar as figuras de linguagem. SÓ QUERO DESABAFAR.
Era uma vez um garoto chamada FELIZBERTO que tinha acabado de chegar ao ensino médio. Cheio de sonhos, Felizberto sonhava ser juíz, ou procurador, ou desembargador, ainda não havia decidido, mas tudo daria certo, era só estudar.
Mas o nosso herói estava enganado, não seria tãão fácil! No decorrer do 1º bimestre, Feliz(esse é o apelido dele) percebeu que o professor de química não dava aulas de química, só falava sobre o lixo! E pior ainda! Seus colegas de classe amavam isso: matéria fácil(lixo) pontos fáceis, prova fácil, ignorância ... Feliz percebeu a lógica da coisa: o professor achava que dava aulas para um bando de JUMENTOS, e seus alunos(que tinham potencial, e preguiça) se reduziam a JUMENTOS.
Feliz tentou estudar por si só, mas sozinho ele não poderia, e o desespero vinha lhe fazer compania, já que no final do ano, ele teria uma prova que poderia ser o passaporte para o seu futuro.
Coitado do nosso amigo! Seus sonhos pareciam cada vez mais distantes! No final do ano, quando viu a prova e todas aquelas reações químicas para balancear, estequioseiláoquê e bla bla bla, sentiu falta daquelas aulas de química, que ele não teve.
Mas aí chegou o segundo ano, e talvez ele tivesse ajuda, ele iria estudar e se recuperar, e na prova desse ano, ele estaria mais próximo da universidade.
Pobre Feliz, pobre iludido, somente no primeiro bimestre, ele teve que fazer duas paródias, 1 encenação, 1 musical, coisas recicláveis para expor, haviam dias, em que Feliz não sabia se estava na sua escola, ou na broadway ¬¬º
Ninguém tinha tempo para estudar física, quimica sim, porquê naquele ano o professor se fazia necessário e a professora de matemática sofria com a apatia dos alunos, mas tentava, e isso já era o suficiente.
Mas o pior de tudo era Geografia: Só o que a professora sabia fazer era saída de campo, era mais fácil vê-la pelos corredores do que na prórpia sala de aula, os conteúdos não seguiam uma linha de raciocínio: uma aula era hidrografia, e na outra era política no brasil, isso quando ela não vinha com aqueles textos 4ª série:" o Brasil é um pais com n km², n milhões de habitantes,bla bla bla" ou história do Brasil. Quando essa professora sentia muita, mas muita preguiça, ela dava revistinhas do sindicato dos professores(nada parcial) para os alunos lerem e fazerem RESUMOS. MAIS UM PROFESSOR QUE ACHAVA QUE DAVA AULAS PARA ANIMAIS ¬¬º
Quando questionou o porquê de tanta arte e embromação ao invés de estudos, a professora disse à Feliz que não se pode mais ser conteudista nos dias de hoje, nosso amiguinho ficou confuso, já que as provas, vestibulares e todas essas loucuras, cobravam dos candidatos CONTEÚDO!
Ao dizer isso à professora, Feliz sofreu represálias de seus próprios colegas: "aaah ponto fácil, cara, se fosse o prof de física vc não tava reclamando".
E FINALMENTE FELIZ PERCEBEU ONDE REALMENTE ESTAVA: numa escola que tinha alunos de potencial, mas que não os valorizava, numa escola que não formava doutores, no máximo técnicos, numa escola que formava 100 alunos por ano, desses só 5 passavam no vestibular, e nesse escola, isso é motivo de comemoração, numa escola, que formava o típico brasileiro pobre: apático, conformado, sofredor. Alunos desestimulados, professores desestimulados.
E nosso herói tentou lutar por sí, mas não conseguiu muita coisa, só um diploma, porque é só isso que importa por aqui, não interessa se a pessoa é capaz, ela só precisa ser diplomada.
Com seu diploma na mão, Feliz teve que ir para o mercado de trabalho, que exige QUALIFICAÇÃO, e nosso herói foi empregado num trabalho explorador, TRABALHAVA MUITO, RECEBIA POUCO.
E o apelido deixou de ser FELIZ para ser BERTO, porque felicidade é uma coisa muito distante.
E os sonhos? Talvez filho de pobre não tenha direito de sonhar... e realizar.
obs: Desculpem-me se eu não sei usar os porquês infernais e a crase, desculpem me a incorência e a falta de coesão, é que eu estava lendo umas revistas do sinpro pra fazer resumo, fazendo peça e paródia, aí não deu para estudar GRAMÁTICA. =)
obs2: eu sei que existe o outro lado da moeda, e que me desculpem os professores e alunos que não precisavam ler isso.
2 comentários:
Profesora d artes jura que vamos fazer peça pra passar no PAS.
Professora d filosofia enlouqueceu faz tempo.
Sociologia dá sono.
Biologia passa 5 capitulos d dever e não explica nada.P.S.: ela cobra na prova !
Professora d portugues já morreu, só esqueceu d cair.
Professora d PD1 trabalha mais ou menos, quando ela tá afim.
Geografia, nem se fala, 6 reais d passagem pra uma saida d campo, e voce leva 2 pts extra !! pra que melhor ? (Somos 800 alunos, só tem 30 vagas)
Quimica, só sabe ser chato, igual o d Espanhol !
Fisica explica bem, só q ngm qr estudar na aula dele ! =/
\o/ CAAAAARAAA concordo plenamente com vc
em número, gênero e grau
faltei pouco aplaudir
xD
é bom saber que EU NÃO SOU A ÚNICA QUE PENSA ASSIM
to cansada de tentar ser artista, fazer projetos nada a ver e FINGIR QUE ESTÁ TUUDO BEM ¬¬º
agora que a orientadora está ouvindo nossa opinião eu chego até a pensar que isso tudo tenha solução
mas sendo mais REALISTA, já vi que nada vai mudar, quando algo de diferente acontecer eu já vou estar formada.
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